Conheça os 7 Benefícios da Graviola

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A graviola é um fruto cremoso e ligeiramente cítrico, que se ingere geralmente em forma de suco ou mesmo cru. Muitas vezes utilizado para aromatizar os sorvetes, devido ao perfume agradável e suave da sua polpa branca, a graviola é mais do que apenas um fruto delicioso.

A sua riqueza nutricional torna a graviola bastante benéfica na prevenção e tratamento de muitas doenças. Conheça melhor o valor nutricional deste fruto, e ainda, 7 benefícios da graviola para saúde.

Valor nutricional da graviola

Baixo em calorias, com apenas 70 Kcal por cada 100 gramas de graviola, este fruto é ainda rico em hidratos de carbono, vitaminas B e C, fibras alimentares, e ainda, vários minerais essenciais, como cálcio, sódio, fósforo, potássio e magnésio. Confira de seguida 7 benefícios da graviola para a sua saúde.

Benefícios da graviola para saúde:

Perda de peso

Sendo baixa em calorias mas rica em fibras e outros nutrientes protetores/reguladores, a graviola ajuda a aumentar a saciedade e a nutrir melhor o organismo. É por isso um ótimo alimento para integrar uma dieta saudável e promotora de perda de peso.

Sistema cardiovascular

Este fruto possui uma grande quantidade de potássio, mineral essencial na regulação da circulação sanguínea, e por isso, importante na redução da pressão arterial

Diabetes

Rica em fitoquímicos conhecidos por ter uma importante ação na regulação dos níveis de glicose no sangue, a graviola é assim recomendada como forma de ajudar a prevenir a diabetes.

Pele

Rica em vitamina C e outros antioxidantes, a graviola tem uma importante ação na eliminação de toxinas, mas também, no combate aos radicais livres, responsáveis pela degradação da pele e pelo envelhecimento precoce. Além disso, este fruto tem propriedades anti-inflamatórias, úteis para reduzir furúnculos e acne.

Prevenção de cancros

A graviola ajuda a reduzir os níveis de recetores do crescimento epidérmico, impedindo assim o desenvolvimento de células cancerígenas.

Febre

Um dos 7 benefícios da graviola para saúde é o combate à febre. Devido às suas propriedades antipiréticas, este fruto é útil para a febre, mas também asma e tosse.

Sistema nervoso

Uma das substâncias que compõem a graviola é o triptofano. Conhecido como estimulante do humor e por ajudar a ter um sono mais profundo, esta substância ajuda assim a reduzir problemas de ansiedade e depressão.

Supino inclinado

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De forma geral, a inclinação do banco não traz novos músculos solicitados, quando comparamos o supino inclinado com o reto. Na verdade, o que temos é uma porção do peitoral maior, a clavicular, que é mais solicitada. Desta maneira, os principais músculos envolvidos no supino inclinado são:

– Peitoral maior (com maior ênfase na porção clavicular).

– Tríceps braquial.

– Deltóide.

Neste sentido, não há a necessidade de um maior aprofundamento sobre a ação muscular do supino inclinado. Pata saber mais sobre Supino Reto consulte o artigo referente.

Supino inclinado, execução correta

De forma geral, não há grandes variações na execução do supino inclinado, quando comparado ao reto. A grande diferença está justamente no ângulo em que a adução horizontal ocorre. No supino reto, o ombro se encontra no ângulo de 90°. Já no supino inclinado, temos um ângulo de 25 a 30° a mais em termos de flexão da articulação gleno umeral.

Na prática, isso siginifca que teremos um maior recrutamento dos músculos deltoides e da porção clavicular do peitoral maior.

Principais erros na execução do supino inclinado

A grande dificuldade que o supino inclinado impõe é o fato de que temos uma necessidade de estabilização da articulação gleno-umeral muito maior. Além disso, a porção clavicular do peitoral maior tem menos potencial de geração de força e potência. Veja agora alguns erros que podem comprometer seu treino e sua saúde muscular e articular:

1. Posicionamento dos cotovelos inadequada:

Um erro muito comum e que gera um impacto desnecessário nas articulações do ombro e dos cotovelos, é o mau posicionamento destes últimos. Se os cotovelos não estiverem totalmente alinhados com os ombros, teremos uma maior sobrecarga nas articulações envolvidas.

É fundamental que os cotovelos não “girem” para dentro.

2. Escápulas abduzidas:

Novamente reforço a questão da maior instabilidade da articulação gleno-umeral neste movimento. Por isso, é fundamental que as escápulas estejam em neutro ou ainda, aduzidas, durante este movimento.

Além de ajudar a proteger seus ombros, ainda teremos um trabalho muito mais eficiente do peitoral, já que este estará mais estendido e com maior potencial de amplitude.

3. Excesso de carga

Este é um erro não apenas do supino inclinado. Porém, neste exercício, temos um agravante. Muitas pessoas acredita que devam usar exatamente a mesma carga no inclinado que usam no supino reto.

Pela angulação do movimento e utilização maior da porção clavicular do peitoral maior, temos um potencial de forma muito menor. É natural reduzir a carga em até 35% neste movimento!

Usar muita carga, acima de suas capacidades, faz com que você tenha maiores riscos de lesão!

Variações do supino inclinado e como otimizar seu treino

O supino inclinado pode contar com inúmeras possibilidades de variações, sendo que elas apresentam diferentes enfoques. É fundamental entender as vantagens e desvantagens de cada uma destas variações, para que tenhamos melhores resultados no treino de peito!

1. Supino inclinado com halteres:

Ao utilizarmos halteres no supino inclinado, ao invés da barra, temos uma mudança sensível no movimento. De forma geral, a grande mudança está na maior solicitação de estabilização. Como temos cada membro com um peso, sem a estabilização que a barra traz, temos um maior recrutamento de unidades motoras.

Isso potencializa não apenas a utilização do peitoral maior, mas também de ombros, tríceps e músculos antagonistas (de forma estática, para estabilização).

Desta maneira, no supino inclinado com halteres, temos uma variação sensível na intensidade do movimento. Isso é interessante em determinados momentos, mas é preciso ter cuidado. Por exemplo, é mais difícil conseguir manter o posicionamento dos cotovelos no supino inclinado com halteres. Como já citei acima, neste exercício é ainda mais importante ter um posicionamento correto dos cotovelos.

Além disso, muitas vezes temos que usar menos carga, para manter a qualidade do movimento. Ou seja, o supino inclinado com halteres é sim muito eficiente, desde que aplicado para as pessoas corretas!

2. Supino inclinado no Smith/máquina

Seja na máquina, seja na barra do Smith, podemos ter boas variações do supino inclinado nestes casos. A grande vantagem neste caso é o maior controle do movimento. Pelo fato de ele ser guiado, temos menos necessidade de estabilização.

Em termos de hipertrofia, isso pode ser positivo em determinados casos. Não que esta possa ser a única base para seu treino. É importante alternar movimentos conduzidos e os com peso livre. Neste caso, também é muito importante a correta execução.

No caso do supino inclinado guiado, seja na barra do Smith, seja em máquinas específicas, temos que tomar cuidado com os ajustes anatômicos, para que tenhamos um movimento mais eficiente. Além disso, muitas pessoas acabam usando muita carga, por precisarem de menos estabilização.

Neste caso, este é um erro! Mesmo que o movimento seja guiado, precisamos cuidar com a carga excessiva. Ela pode ser tão lesiva quanto no caso dos movimentos livres!

3. Supino inclinado na polia

Esta é uma variação que tem algumas diferenças quanto a ponto de torque máximo e envolve diferentes unidades motoras. Porém, pelo fato de a carga vir de outra direção e esta ainda “puxar” o antebraço para uma extensão de cotovelos, temos mais dificuldades para um movimento de alta qualidade.

É fundamental que quem realiza o supino inclinado na polia tenha total controle do movimento e principalmente, que não permita que haja uma abertura dos cotovelos (extensão).

Além disso, o ponto de máximo torque também é alterado, por não termos mais um peso livre e sim uma polia, como geradora de carga.

Em termos de hipertrofia isso não traz mudanças tão significativas. A mudança real fica mesmo para os casos de melhoria de desempenho esportivo!

O supino inclinado é um movimento fundamental dentro da musculação. Porém, algumas pessoas com instabilidades musculares, problemas articulares ou mesmo iniciantes sem consciência corporal, devem evita-lo em determinados casos.

No geral, indica-se a utilização do supino inclinado por pessoas que já tenham algum nível de treinamento, para que possamos ter melhores resultados. Além disso, o acompanhamento de um bom educador físico é fundamental para elencar quais os estímulos mais adequados para cada fase.

Supino Reto, exercício para o peito

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O supino reto é o exercício essencial para o desenvolvimento da musculatura do peito.

A musculatura do peito tem uma grande atuação no dia a dia, seja como antagonista dos movimentos onde a musculatura das costas é mais solicitada, seja nos exercícios de “empurrar” onde os músculos peitorais são agonistas geralmente.

Esta distinção já deixa mais claro um conceito biomecânico da musculatura peitoral, juntamente com os braços e com estabilização da coluna, eles são mais ativados quando empurramos, diferente da musculatura das costas, que é utilizada quando puxamos o peso de encontro ao corpo.

Pois bem, assim já fica claro que tanto a ação concêntrica quanto a excêntrica do supino causa uma grande intensidade sobre a musculatura do peitoral, que é formada pelos músculos do peitoral maior, que é um músculo de grande porte e que cobre quase toda a porção superior do peito.

Ele tem sua origem da superfície anterior da clavícula em sua parte lateral e de todo o comprimento da superfície anterior ao esterno. Além disso se estende nas cartilagens das seis primeiras costelas.

Já o “peitoral menor” é um músculo menor e em formato triangular abaixo do peitoral maior. Ele tem sua origem na terceira até a quinta costela e é direcionado para a lâmina do ombro (escápula), que se move tanto para cima quanto para baixo (Campos, 2008).

Basicamente o peitoral é formado por estes dois músculos maiores e com melhor capacidade de hipertrofia. Os músculos intercostais são menores e com menor potencial de hipertrofia, por sua difícil ativação.

Como deve ser a execução do Supino Reto?

Por ser um exercício de alta intensidade e que pode causar lesões, principalmente nos ombros, temos de ter cuidado no momento da execução. Quem executa o supino reto com cargas mais elevadas deve buscar algum parceiro de treino para auxiliar em caso de falha concêntrica.

1° Inicialmente devemos pegar a barra com as mãos entre 55 e 60 cm ( a maioria das barras possui uma marcação para te ajudar). Os pulsos devem estar retos para não serem sobrecarregados. Costas totalmente encostadas no banco. A pegada tem de ser por baixo para que os polegares apontem para cima e fiquem firmes segurando a barra.

2° Retire a barra do suporte e desça até que ela encoste em seu peito, na parte medial, com os cotovelos formando um ângulo de 90º. Retorne a posição inicial, com a barra no seu ponto máximo de alcance.

Principais erros no supino reto

1° Por ser um exercício que trabalha bastante com uma musculatura com boa capacidade de torque, é muito comum que os praticantes coloquem mais peso do que o indicado. Sem constar que o supino é uma espécie de padrão, onde as pessoas comparam sua capacidade de execução e de suportar carga. É muito comum escutarmos “ – eu coloco X Kg no supino, e você?”. Isso faz com que o excesso de carga seja bastante comum.

2° Outro erro apresentado é o de colocar os ombros para frente e não retos com a barra. Assim você acaba sobrecarregando as camadas articulares além de dar um ponto de descanso e consequentemente diminuir a intensidade do exercício.

3° Retirar as costas e a cabeça do banco durante a execução faz com que você compense o movimento e perca intensidade, sem falar na sobrecarga sobre a coluna cervical e torácica.

4° E por fim, treinar no supino e não controlar a descida (fase excêntrica) te fará perder em intensidade e micro lesões induzidas, algo que ninguém que busque hipertrofia deseja. Controle a fase excêntrica ao máximo, evitando “descansar” quando a barra tocar seu peito.

Rosca Scott, como ter bíceps grandes

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A Rosca Scott é provavelmente um dos exercícios clássicos da musculação mais concentrados e que consegue recrutar isoladamente as fibras que se propõe. Basicamente, por ser um exercício mono articular, a Rosca Scott imprime uma maior intensidade a determinado grupo muscular.

É importante ressaltar antes de mais nada que mesmo sendo um exercício bastante efetivo no que se propõe, a Rosca Scott é um exercício bastante isolado e que deve ser usado como um complemento para seu treino de bíceps.

Os exercícios monoarticulares são indicados para trabalhar mais efetivamente certos músculos, que são mais difíceis de serem concentrados nos exercícios multiarticulares.

A rosca scott nasceu de uma adaptação do glorioso Vince Gironda, que usou uma prancha para isolar mais o movimento de rosca, impedindo que os músculos das costas e das pernas auxiliassem no movimento.

Larry Scott, que foi o primeiro mister Olímpia viu o exercício, gostou e o colocou em sua rotina de exercícios. Com isso, esta variação da rosca direta ficou conhecida mundialmente.

Músculos trabalhados e técnica correta

Apesar de ser um exercício relativamente fácil de ser executado e que sua ação seja quase que unicamente no bíceps, é bom pontuar algumas observações.

O músculo que mais sofre stress e consequentemente maiores micro lesões é o bíceps braquial, músculo localizado na porção medial do braço. Além disso, o braquial e o coracobraquial, assim como alguns extensores e flexores, localizados no antebraço, também sofrem sobrecarga.

Execução:

Já no que se refere a execução, a rosca scott é relativamente simples, devido ao isolamento que o banco scott permite.

1° Sentado, com os braços repousando no banco de Scott, faça a pegada na barra com o dorso das mãos voltado para baixo. A mesma distância dos ombros na pegada, braços retos e voltados para fora.

2° Flexione os cotovelos, movimente a barra na direção dos ombros. Puxe até o ponto máximo, abaixe o peso de volta à posição com os braços semi-estendidos.

Considerações importantes

Na fase concêntrica é importante que o movimento vá até sua amplitude máxima, mas devemos cuidar para que ele não entre em um ponto de repouso, encostando nos ombros. Principalmente pessoas que possuem um menor volume muscular, pois estas podem facilmente alcançar um ponto de descanso.

Já na fase excêntrica, é importante que o movimento não vá até os braços ficarem completamente estendidos. Pare o movimento quando eles estiverem em um ângulo de 160º aproximadamente. Isso é importante pois se você chegar ao ponto máximo de extensão, irá sobrecarregar os músculos e articulações do cotovelo e dos punhos.

Principais erros da rosca scott, saiba como evitá-los

Mesmo sendo um movimento mono articular, temos as chances de erro reduzidas, certo? Em partes. Mesmo com um movimento isolado, alguns erros são bastante comuns. Vejamos alguns deles e aprenda a evitá-los.

1° Muita Carga

Por ser um exercício que não é usado por iniciantes e requer uma boa resistência muscular, estes praticantes geralmente pecam na carga. Muitos tentam usar na rosca scott a mesma carga que usam na rosca direta por exemplo.

Porém, devido ao isolamento do movimento, com uma carga mais elevada, chegaremos a fadiga cedo demais, e na questão da postura, ficará incorreta, pois com carga excessiva, vai desestabilizar a escapula, já que ela irá se inclinar para frente, podendo aumentar em muito o risco de lesões.

Geralmente este exercício é feito até a falha concêntrica, mas usar muita carga te fará conseguir executar apenas uma ou duas repetições, o que não é viável para sua hipertrofia.

2° Levantar do banco na fase concêntrica:

Erro também comum, para tentar compensar o movimento, muitos praticantes levantam do banco, usando o balanço do corpo como auxílio na puxada. É importante manter tanto os pés, como o resto do corpo apoiado no banco, para que somente o bíceps tenha atuação no movimento.

3° Fase excêntrica muito rápida:

Por mais que o corpo naturalmente tente soltar o peso, uma fase excêntrica controlada e lenta fará com que você atinja maiores micro lesões e consequentemente melhor hipertrofia.

Este artigo serve para que você entenda que exitem muitos tipos de treinos para um mesmo músculo. Se você treina ou pretende treinar o correto é seguir as orientações de um profissional do ramo.

7 Dicas para não comer demais

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Gula ou o desejo por comida é um dos males que afetam muito aqueles que querem emagrecer, as vezes um cheiro ou uma imagem despertam uma vontade incontrolável de consumir um determinado tipo de alimento.

Mas por que a Gula acontece?

Isso é chamado de gatilho mental. Gatilho mental nada mais é do que uma informação que você recebe do mundo a sua volta que acaba por disparar uma reação em seu cérebro e o faz sentir uma vontade incontrolável de realizar alguma coisa.

Isso acontece porque em algum momento de sua vida aquele alimento foi associado pelo seu cérebro a uma sensação prazerosa.

Nosso cérebro foi desenvolvido de tal forma a sempre executar o mínimo esforço possível e pra isso ele desenvolveu um sistema baseado na associação de uma experiência do presente com outra igual ou parecida do passado.

Repare como o cheiro de café te dá aquela vontade de tomar café, assim como a imagem de uma bebida gelada num dia de calor te da até água na boca para de fato consumir aquela bebida.

Isso tudo ocorre porque o cérebro está fazendo uso da associação, ele não consegue distinguir coisas reais de imaginárias, portanto cheiros e imagens, provocam a reação de querer aquilo que está sendo visto ou sentido, mesmo que não seja real.

Quem nunca viu uma propaganda de uma pizzaria com aquela fatia de pizza saindo fumaça com queijo derretido esticando no momento que o garçom corta o pedaço e coloca no prato do cliente.

Deu água na sua boca? Tenho certeza que sim! Isso aconteceu porque ao descrever a imagem, seu cérebro automaticamente criou a essa imagem e disparou um gatilho de associação da imagem da pizza ao seu sabor, a uma coisa prazerosa, por isso imediatamente ele já enviou um sinal e salivou a sua boca.

Somos controlados por nosso cérebro o tempo todo, por isso podemos criar mecanismos para dribla-lo e tentar inibi-lo de sentir vontades.

Mas como podemos fazer isso?

Seguindo essas dicas irá ficar mais fácil enganar seu cérebro e consumir somente alimentos quando realmente há necessidade.

1. Ofertas irresistíveis (ou não)

Além do gatilho do prazer gerado pela associação de imagens que o cérebro faz, existe também o gatilho da escassez.

Perceba que em vários anúncios você observa os termos “é só por hoje” ou “ultimas unidades” ou ainda “ultimo dia”, não é atoa que os anunciantes usam isso, eles estão fazendo seu cérebro fazer a associação de que aquilo vai acabar, que é restrito, limitado e isso faz com que seu cérebro queria aquilo com mais urgência, se de fato for importante pra você.

Sempre que você sentir vontade de consumir algo gorduroso ou muito calórico, pense nessa comida por diversas vezes ao longo do dia, pense em porções generosas dessa comida, você vai perceber que ao final do dia, quando você realmente puder consumi-la, sua vontade já não será mais a mesma, ou ainda você terá um pouco de repulsa daquilo, afinal você pensou nessa comida o dia todo, talvez nem queira come-la mais.

2. A velocidade da alimentação faz toda a diferença.

Nosso cérebro recebe sinais de nossos órgãos e com o estômago funciona assim quando estamos com fome. A fome nada mais é do que uma sensação de vazio, o corpo pedindo comida para garantir a energia necessária para o seu dia a dia.

Mas o que a velocidade com que comemos tem a ver com isso?

Simples, da mesma forma que nosso corpo envia ao cérebro um sinal de que está precisando de comida, ele envia também um sinal de saciedade quando o estomago está cheio ou satisfeito.

O problema é que esse sinal de saciedade demora cerca de 20 minutos para ser enviado ao cérebro, portanto se você come rápido demais, é bem provável que esteja comendo mais do que o necessário antes mesmo que o cérebro seja capaz de identificar que seu estomago esteja quase cheio e seu corpo satisfeito.

Portanto evite comer rápido demais, como devagar, mastigue no mínimo 30 vezes cada garfada, além de fazer com que você coma mais lentamente, a mastigação irá triturar melhor os alimentos, fazendo com que eles cheguem de uma forma que seus nutrientes possam ser melhor absorvidos pelo organismo.

3. Hidratação

Você sabia que a sede pode confundir-se com a fome em determinadas horas do dia?

Por isso manter-se hidratado é fundamental para que seu corpo não te engane, passando a sensação de fome no lugar de sede. Como evitar isso?

Tome um copo de água pelo menos 30 minutos antes de cada refeição, isso fará com que seu organismo esteja hidratado e ainda diminuirá o volume de espaço livre no estomago, fazendo com que você acabe comendo menos comida.

4. Evite alimentos disponíveis e de fácil acesso o tempo todo.

Deixar alimentos expostos e ao alcance das mãos quando estamos realizando alguma atividade em casa ou no trabalho não é uma boa ideia. A distração provocada pela atividade e a disponibilidade do alimento ali ao alcance das mãos é uma furada, você acaba comendo, sem precisar, várias porções de alimentos sem necessidade alguma.

Procure ter acesso a comida somente no momento que você vai parar para comer, isso mesmo repare que você precisa “parar” pra comer, além de ter acesso a comida somente na hora correta, é importante você comer com calma, conforme relatado na dica de número 2 deste artigo.

5. Mantenha se informado sempre.

Pessoas que tem o hábito de ler os rótulos dos alimentos que consomem chegam a comer até 10% menos de comida que as demais.

Isso ocorre porque ao receber a informação de que aquele alimento que vai ser consumido é calórico ou trará uma quantidade muito grande de gorduras saturadas para o seu corpo, naturalmente você acaba por reduzir a quantidade desse alimento, isso no final de uma semana, faz com que você tenha consumido inúmeras calorias a menos.

Essa dica parece muito simples, e de fato é, mas faça o teste, passe a ler alguns rótulos, você vai perceber que nem tudo que você consome é totalmente saudável, fique atento principalmente as gorduras trans.

6. Não de oportunidades a Gula.

Nunca vá ao supermercado de estomago vazio, eles estão preparados para te pegar pelo estômago. As embalagens dos produtos, a posição dos mesmos nas gondolas, as cores das embalagens, os cheiros, tudo isso são iscas jogadas nos supermercados para fazer com que você compre mais.

Portanto vá ao supermercado com estomago saciado e com uma lista de compras, isso evitará que você acabe comprando alimentos que provavelmente não iria comer.

7. Mantenha a calma sempre

Cuidado com o estresse na hora de evitar a gula, ele pode te prejudicar demais sem que você perceba.

Chefe chato, dia estressante no trabalho, transito infernal na volta pra casa, brigas com a namorada, e a pior de todas elas, a terrível TPM, todas essas coisas podem acabar com seu humor e te estressar ao longo do seu dia e isso pode acabar sendo descontado, de forma incorreta, numa barra de chocolate ou numa porção de batatas fritas não é verdade?

Sim, sob pressão e altas doses de adrenalina acabamos descontando na comida tudo aquilo que nos irritou ao longo do dia, mas muito cuidado, isso não é uma boa prática e pode levar sua dieta por água a baixo, porém é possível evitar.

Procure relaxar antes de comer, aquele copo de água antes da refeição pode fazer toda a diferença nessa hora, a água se tomada com calma, baixa a pressão arterial e alivia os níveis de estresse, portanto faça uso dela sempre que achar necessário, comer estressado não vai trazer de volta aquilo que você não conseguiu fazer durante o dia, e sim alguns indesejados quilinhos a mais, portanto não vale a pena.

Lembre-se, pense sempre em você em primeiro lugar, afinal seu corpo e sua saúde são o mais importante pra você.

Todos esses truques são muito simples e praticamente não necessitam de muito esforço para serem realizados, fique sempre muito atento as pegadinhas que as propagandas e as estratégias que as redes de supermercados aplicam em você o tempo todo, e muito cuidado com os sinais que seu cérebro tenta te enviar pra você, nem sempre eles são positivos.

Posso comer antes de dormir?

Comer antes de dormir é um assunto que divide a opinião de muitas pessoas, alguns dizem que faz mal outros afirma que não tem problema.

Mas na verdade comer antes de dormir pode ou não pode? Faz bem ou faz mal? Qual é a verdadeira resposta para essas perguntas?

A resposta é muito simples: Depende!

Isso mesmo, depende muito do que você espera para seu corpo, para a sua saúde, na verdade não existe certo ou errado nesse sentido, depende do seu objetivo, daquilo que você está buscando para seu corpo e sua saúde, e mais importante, depende do que você vai comer antes de dormir.

O que não pode comer antes de dormir?

No geral, a única coisa que não pode e é fortemente recomendada pelos médicos e nutricionistas, é a ingestão de comidas muito gordurosas e calóricas algumas horas antes de dormir.

Esse tipo de alimentação fará com que um volume muito grande de gordura seja absorvido pelo seu organismo devido ao mesmo estar entrando em um estágio de repouso, que é o que ocorre com nosso organismo quando dormimos.

A desaceleração da frequência cardíaca e a entrada do metabolismo em estágio de repouso por causa do sono, faz com que as gorduras não sejam queimadas, gerando um acúmulo no corpo, ou seja seu organismo vai armazenar o que foi consumido antes de dormir.

O que comer quando estou treinando?

Quando o objetivo é ganhar ou recuperar massa muscular perdida após um treino pesado, é recomendada a ingestão de alimentos ricos em proteínas e carboidratos de baixo índice glicêmico como os cereais.

A forma de preparo desses alimentos faz toda a diferença tanto no acumulo de gordura pelo organismo quanto na absorção das proteínas pelo organismo.

Comer um bife a milanesa frito em gordura saturada, por exemplo, não é uma boa opção para quem tem o objetivo de alcançar a hipertrofia.

Nesse caso o ideal é a ingestão de carnes leves preferencialmente grelhadas e em pouca quantidade, outro alimento rico em proteínas é o ovo, que deve ser consumido cozido em natural.

Cereais como a aveia e a granola também são recomendados para a ingestão e ganho de massa muscular, assim como frutas como o abacate e a banana, que associados a esses cereais podem trazer um bom resultado.

O que comer para emagrecer?

Muita gente acha que dormir sem comer é a melhor forma de ajudar na dieta e faz com que você emagreça, doce ilusão.

Dormir de estômago vazio faz com que o organismo acione seus recursos primitivos entendendo que há a ausência prolongada de alimentos, isso faz com que seja enviado um sinal as células para que acumulem gordura para preservar o organismo, fazendo com que o metabolismo desacelere e não elimine as gorduras extras acumuladas ao longo do dia, devido ao período longo sem alimentos.

Por incrível que pareça, comer antes de dormir te ajuda a emagrecer, mas o segredo está no que você come.

O ideal para a última refeição do dia é comer alimentos leves e de fácil digestão pelo organismo, nada de frituras ou alimentos baseados em massas como pães ou outras fontes de farinha branca.

O ideal é ingerir frutas em pequenas quantidades, cereais associados a iogurtes desnatados também são boas opções de consumo antes de dormir.

O importante é manter o organismo alimentado porém com alimentos com baixo índices de gordura.

Comer a noite faz mal a saúde?

Como já foi dito anteriormente, não é o fato de comer a noite que faz mal e sim o que você come.

Se forem alimentos saudáveis e com pouca quantidade de gordura, não há problema algum, desde que apreciados com moderação.

E se foram alimentos adequados como os que vimos acima, ainda lhe trarão benefícios para ajudar a atingir seus objetivos, sejam eles de emagrecimento ou hipertrofia.

Agora que você entende um pouco mais sobre comer antes de dormir o ideal é procurar um nutricionista para que o mesmo possa te indicar uma dieta específica para atingir o seu objetivo.

10 Benefícios do Cacau

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A primeira coisa que você precisa saber é que há uma diferença entre cacau e chocolate. Os benefícios do cacau em pó são inúmeros, sendo isento de açúcar e menos calórico e gorduroso, ao contrário do que encontramos no chocolate.

Para se ter uma ideia, em 2 colheres de sopa de cacau em pó, encontraremos apenas 25 calorias e 1,5 grama de gordura. Além de 3,6 gramas de fibras, o que corresponde a 14% dos valores diários. Teremos também 8% dos valores diários em ferro e 14% em magnésio.

O cacau em pó tem muita gordura?

O cacau em pó é obtido através do processamento dos grãos do cacau. A maior parte de sua gordura é removida para outros preparos, restando uma pasta seca, que é liofilizada, se transformando em pó.

Em uma xícara de cacau em pó teremos aproximadamente 12 gramas de gorduras totais, sendo que 7 gramas serão saturadas, 4 gramas monoinsaturadas e o restante serão gorduras poli-insaturadas.

Outros dados nutricionais

Em uma xícara de cacau em pó teremos 17 gramas de proteínas e 50 gramas de carboidratos. Ainda nessa mesma porção, teremos 196 calorias. As fibras atingem 27 gramas e o açúcar presente é de apenas 1 grama.

O cacau em pó também contem bons índices de potássio, que regula os batimentos cardíacos e a pressão sanguínea. Também contém fósforo, magnésio e cálcio para construir os ossos, tecidos e nervos. As vitaminas se apresentam em menor proporção.

Os Benefícios do cacau para a saúde

Sistema cardiovascular

O cacau contém vários constituintes, como o magnésio e polifenóis, importantes para reduzir a pressão arterial e para o correto funcionamento do coração. Além disso, o magnésio reduz o risco de formação de coágulos sanguíneos, ajudando por isso a diminuir as probabilidades de derrames cerebrais e ataques cardíacos.

Sistema nervoso

Integrando na sua composição substâncias como a serotonina, a dopamina e a feniletilamina (PEA), os grãos de cacau ajudam a promover a sensação de bem-estar, e ainda, a reduzir estados depressivos. Além disso, os flavonoides existentes nestes grãos estimulam o fluxo sanguíneo para o cérebro, ajudando assim a manter a saúde do sistema nervoso.

Prevenção de cancros

Devido à sua grande riqueza em substâncias antioxidantes, os grãos de cacau ajudam a reduzir o risco de aparecimento de problemas cancerígenos.

Sistema respiratório

Os grãos de cacau, sendo fontes de teofilina e xantina, podem ajudar a melhorar o fluxo do ar no tubo respiratório, sendo inclusive útil no tratamento de várias alergias. É por isso um ótimo alimento para ajudar a aliviar crises de asma brônquica.

Estimulante

O cacau é uma excelente fonte de energia, tendo também propriedades estimulantes. Os grãos de café, além de ajudarem a diminuir a ansiedade, ajudam ainda a aumentar o estado de alerta.

Pele

Contendo substâncias como a vitamina A, várias vitaminas do complexo B, retinol e ácido ascórbico, o cacau é de grande utilidade na indústria da estética e beleza.

Perda de peso

Estudos recentes revelam que os polifenóis existentes no cacau ajudam a melhorar a sensibilidade à insulina, o que por sua vez, facilita o esforço de emagrecimento. Além disso, sendo um antidepressivo natural, pode ajudar as pessoas a sentirem-se mais motivadas para levar o seu programa de controlo de peso até ao fim.

Anti-inflamatório

Devido aos seus flavonoides, um dos benefícios do cacau em pó é seu efeito anti-inflamatório, com suas funções vasodilatadoras.

Diminuir o colesterol ruim

O cacau em pó também ajuda a diminuir as taxas de colesterol ruim, além de minimizar os riscos de formação de coágulos.

Controlar a ansiedade

Nesse caso, o cacau em pó terá os mesmos resultados que o chocolate em relação à ansiedade, porém, mesmo contendo bem menos açúcares e gorduras, seu consumo deverá se controlado para evitar ganho de peso.

Contraindicações

Apesar de todos os benefícios do cacau em pó, há também que se considerar a presença de cafeína em sua composição, o que poderá causar efeitos indesejados como insônia e agitação, principalmente em indivíduos sensíveis à cafeína.

A presença de oxalatos poderá contribuir para a formação de cálculos renais, portanto, doentes renais crônicos não deverão consumi-lo sem orientação médica.

A cafeína não é indicada para quem está em tratamento de problemas gástricos, como úlceras e gastrites, ou intestinais, podendo haver uma maior sensação de irritabilidade gástrica.

Dica importante

Quanto mais amargo for o sabor do cacau, maior será o número de flavonoides em sua composição. São eles os responsáveis por essa característica. Procure adquiri-lo com o mínimo de industrialização possível.

Chá de Gengibre

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O Chá de Gengibre poderá ajudar na sua dieta pois estimula a digestão, alivia a constipação e é um tônico cardíaco. Na medicina ayurvédica trata obesidade, possui ação na doença asmática, resfriados, slipada (elefantíase) e rinite crônica.

Este chá é um poderoso anticoagulante, trata problemas digestivos, circulatórios e dores articulares.É um excelente remédio para enjoo ou náuseas e fervido em água, é usado no tratamento contra gripes, tosse, resfriado e até ressaca.

Banhos e compressas quentes de Gengibre são indicados para aliviar os sintomas de gota, artrite, dores de cabeça e na coluna, além de diminuir a congestão nasal e cólicas menstruais.

Vantagens do Chá de Gengibre

O Chá de Gengibre poderá ajudar na sua dieta, pois estimula a digestão, alivia a constipação e é um tônico cardíaco. Ele trata a obesidade, pois ajuda acelerar o metabolismo e queima calorias.

Para facilitar a digestão, queimar calorias e reduzir peso, o recomendado é tomar ½ litro da bebida por dia, dividido em cinco doses iguais. Tome o chá sempre depois das refeições.

Como fazer o Chá ?

1 litro de água
1 colher de sopa de gengibre
Ferver por ± 8min.
Tomar como água

Posologia

O chá deve ser tomado ao longo do dia. O ideal é consumir uma xícara entre as refeições principais, não ultrapassando o limite de 4 xícaras diárias.

Cuidados que você deve ter

O consumo excessivo de chá de gengibre pode causar danos às paredes do estômago. Por isso, siga as doses recomendadas e não cometa exageros. Sua saúde é mais importante!

E você, já experimentou? Me conta nos comentários o que achou.

Benefícios do Gengibre

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O gengibre é uma raiz com o nome científico de Zingiber officinale, é muito apreciado na culinária Oriental, mas cada vez mais utilizado em todo o Mundo, muito devido às suas propriedades que fazem do gengibre um excelente alimento para o combate e prevenção de diversos problemas de saúde.

O gengibre possui sabor picante e pode ser usado tanto em pratos salgados quanto nos doces e em diversas formas: fresco, seco, em conserva ou cristalizado. O gengibre fresco é utilizado para fins culinários ou para na preparação de infusões. O gengibre seco é mais usado para compressas. O gengibre em conserva é utilizado também na culinária e o gengibre cristalizado com açúcar é usado como confeito para irritações na garganta ou cristalizado no sal.

De onde vêm essa raiz?

O gengibre é uma planta herbácea da família das Zingiberaceae, com origem na ilha de Java, da Índia e da China, de onde se difundiu para as regiões tropicais pelo mundo. No Brasil, a planta também é conhecido como Mangarataia, nome predominante na região norte do país.

Principais nutrientes do Gengibre

Ele contém uma substância chamada gingerol, que possui propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias e protegem o organismos de fungos e bactérias, é do gingerol, presente na planta, que predomina o sabor picante dessa raiz.

Além disso, é rico em vitamina B6, potássio, magnésio e cobre, entretanto, por ser muito picante e utilizado em pouquíssima quantidade o consumo desses sais minerais através da raiz se torna praticamente insignificante para o organismo.

Benefícios do Gengibre

  • Reduz o colesterol do sangue.
  • Alivia a dor.
  • Reduz a pressão do sangue.
  • Estimula a actividade cardíaca.
  • Ajuda a digestão.
  • Ajuda a controlar as náuseas e vómitos.
  • Ameniza os sintomas de bronquites, gripes e resfriados.
  • Possui uma ação anti-inflamatória e anti-reumática.
  • Ajuda a prevenir a obesidade.
  • Ajuda no alívio dos sintomas da ressaca.
  • Anticoagulante, evita problemas circulatórios e dores articulares.
  • Ajuda a reduzir a congestão nasal e as cólicas menstruais.

Como o gengibre ajuda no emagrecimento

Quando se fala em emagrecimento, logo nos lembramos dos poderes do gengibre por suas propriedades termogênicas.

A termogênese é o processo desenvolvido por nosso organismo para ajudar na digestão dos alimentos. Quanto maior a complexidade do alimento, maior o gasto de energia gerado pela termogênese para digeri-lo, isso faz com que o organismo queime mais calorias para executar essa função, proporcionando assim uma ajuda no emagrecimento.

Outra característica dessa raiz curiosa que ajuda no emagrecimento é o fato dela ajudar na diurese, o consumo diário do gengibre na alimentação proporciona um aumento na eliminação de líquidos pelo organismo, eliminando assim o inchaço natural.

Os benefícios para a celulite

Um dos grandes trunfos dessa planta é o seu poder anti-inflamatório que ajuda a reduzir as marquinhas indesejadas na pele, esse poder proporciona uma diminuição da celulite, deixando a pele mais lisa e bonita.

Além da celulite, a raiz também atua na redução da sensação de enjoo. Pessoas que tem enjoo em viagens de carro ou no mar, podem consumir a raiz de alguma forma antes de viajar para que a sensação seja evitada.

Atenção:

O gengibre está contra-indicado para as grávidas pelo potencial de induzir a contração uterina, e pessoas que sofrem com o hipertireoidismo também devem evitar o consumo, a ação desse termogênico pode acabar sendo prejudicial nesses casos específicos.

O fato do alimento proporcionar o aumento da atividade metabólica pode ser prejudicial a pessoas com hipertireoidismo, pois nesses casos o metabolismo já está com atividade elevada e o gengibre pode ser prejudicial.

Outro fator importantíssimo que deve ser observado antes do consumo do gengibre é a pressão arterial. O fato de o gengibre provocar o aumento da atividade metabólica proporciona também um aumento na pressão arterial, fato completamente indesejado para aqueles que combatem a pressão arterial.

Diabéticos também devem evitar o consumo da raiz devido a diminuição da glicose no sangue provocada pelo gengibre, isso pode acarretar descontrole nos níveis de insulina, sendo necessários ajustes externos.

Antes de consumir qualquer tipo de alimento de forma contínua, é recomendada a busca por informações com profissionais da área da alimentação como nutricionistas ou até mesmo seu médico.